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domingo, 4 de outubro de 2009

Parabéns, Hospital Santa Isabel, por seus 100 aninhos.

Pra marcar o centenário do Hospital Santa Isabel, republico abaixo uma matéria do Jornal de Santa Catarina. Me sinto feliz e à vontade pra falar do centenário, pois ano passado fiquei 8 dias internado e se tem algo que não falta nesse hospital, é carinho, disposição, e muito boa vontade para com os pacientes. Parabéns, HSI. Segue então a matéria:

Aos 100 anos, com a mente no futuro

Robôs que operam pessoas estão entre as inovações planejadas para o Hospital Santa Isabel, que comemora o centenário domingo

Vai chegar o dia, em no máximo 10 anos, que robôs vão operar pessoas em Blumenau. Também estão próximos os tratamentos com células tronco para curar doenças e as cirurgias sem corte, bem menos invasivas que as atuais. É atrás da implantação dessas técnicas que o Hospital Santa Isabel comemora o primeiro centenário, domingo. A instituição surgida pelas mãos das irmãs da Divina Providência, vindas da Alemanha em 1895, já tem equipes que trabalham para que as inovações virem realidade. Enquanto isso, o hospital comemora ser referência nacional em transplantes, o primeiro do Estado a fazer o procedimento e considerado um dos cinco melhores hospitais do país quando o assunto é transplantar coração, fígado, rins, pâncreas e córneas.

O clínico-geral Joarês Nogara contou que, quando começou a clinicar, na década de 1960, uma cirurgia simples, como a de estômago, chegava a durar sete horas. Sem exames pré-operatórios, era preciso abrir o paciente e procurar a doença. A recuperação era lenta e ainda corria-se o risco de uma infecção, além da enorme cicatriz deixada pelos pontos.

– Hoje, para começar, é muito raro uma cirurgia no estômago, cura-se com remédios. Mas mesmo assim, quando é necessário, se faz somente dois ou três furinhos, pois os exames mostram onde é o problema, e a pessoa já pode ir para casa no mesmo dia – explicou Nogara.

Procedimentos complexos, como os transplantes, são os mais demorados atualmente: chegam a levar 12 horas, mas trata-se de uma evolução inimaginável para o médico que tem 45 anos de casa. Quando se podia imaginar que o órgão de uma pessoa poderia ser colocado em outra e esta sobreviver por vários anos ainda?

E o Século 21 pede mais. A instituição que teve o primeiro tomógrafo do Estado, em meados da década de 1980, há um ano e meio faz testes com células-tronco adultas. Os primeiros pacientes têm problemas cardíacos e tenta-se a recuperação das artérias coronárias, que irrigam o coração. Segundo Nogara, o tratamento está surtindo efeitos positivos, mas não há nada conclusivo ainda.

Por Daniela Pereira e Isabela Kiesel

O nome
A instituição recebeu o nome da Santa Isabel em homenagem à rainha da Hungria, que viveu no século XIII. Santa Isabel teve a vida marcada pela dedicação em ajudar os pobres nas necessidades mais básicas. Seja na comida, nas roupas ou nos cuidados à saúde dessas pessoas, a santa esteve sempre acompanhada de fé e benevolência até nas horas mais difíceis da vida.

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Rede pública fez 5 mil exames de mama em 2009

Blumenau dispõe dos processos fundamentais para o tratamento deste tipo de câncer, como a cirurgia da mama, a quimioterapia e a radioterapia. O tratamento oncológico na saúde pública concentra-se hoje no Hospital Santo Antônio – no Santa Isabel há radioterapia.

– Blumenau consegue atender todos os casos de câncer de mama da cidade e outros da região, do tratamento inicial ao final – garante o diretor de Ações em Saúde da Secretaria de Saúde de Blumenau, o médico Cláudio Pilotto.

Segundo o ginecologista e mastologista Charles Berger, que atua nas equipes dos hospitais Santo Antônio e Santa Catarina, os tratamentos se equivalem no item qualidade:

– No SUS e na rede privada, não há diferença nos medicamentos de quimioterapia e as equipes seguem o mesmo protocolo de tratamento.

Para prevenção, a rede pública dispõe de dois mamógrafos. De acordo com Pilotto, é possível suprir com folga a demanda de exames pelo SUS. Até o final de abril, 5.553 mamografias foram feitas em Blumenau. Um dos mamógrafos foi doado pelo Instituto Avon à Rede Feminina de Combate ao Câncer e está no Hospital Santo Antônio. Os exames de mama e colo de útero, através da Rede, são gratuitos. Às mulheres diagnosticadas com o tumor maligno, a entidade presta apoio psicológico.

Na rede privada, o Centro de Oncologia do Hospital Santa Catarina tem equipe multidisciplinar para atender, em média, 30 mulheres com câncer de mama por mês. A oncologista Denise Machado explica que o hospital tem quimioterapia com medicações usadas em qualquer capital e radioterapia com aparelhos de última geração:

– Houve incorporação de tecnologia e medicações que propiciam melhor qualidade de vida e aumento dos índices de cura. A tendência é a individualização do tratamento mediante estudos que possibilitam conhecer as características de cada tumor.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Sistema de transplantes de SC é destaque na Revista Veja

Hospital Santa Isabel é citado como principal referência nos processos

O estado de Santa Catarina serve de exemplo em organização e eficiência no sistema de transplantes de órgãos. A Revista Veja da última semana aborda o tema em matéria de capa e revela que o modelo catarinense é comparado ao de países de primeiro mundo. O estado tem o maior número de doadores efetivos do Brasil. O número atual, de 16,7 doadores por milhão de habitantes, corresponde à média nacional estipulada pelo Ministério da Saúde para 2015.

Um dos principais vetores desse crescimento nos processos, o Hospital Santa Isabel também é destaque da reportagem. A organização tem serviços de excelência em transplantes de fígado e, em 2008, foi a segunda equipe que mais realizou operações nesse sentido, de acordo com a revista. Com 91 cirurgias realizadas, o HSI ficou atrás apenas do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, que fez 95 operações.

Com o apoio do Hospital Santa Isabel, o estado se tornou campeão nacional de transplantes hepáticos.

Histórias de pessoas que passaram pelo desafio dos transplantes e as dificuldades de convencer algumas famílias da importância da doação também são citados na publicação. Abaixo, você confere na íntegra a matéria que destaca o sistema de transplantes catarinenses e os processos realizados pelo Hospital Santa Isabel:

Uma história de dedicação e sucesso

Como Santa Catarina se transformou no estado brasileiro com o maior número de doadores efetivos de órgãos

Eram 4h20 da tarde de 21 de julho de 2001 quando a dona de casa catarinense Margarida Fritzke recebeu a notícia de que sua filha, Raquel, entrara em morte encefálica. Aos 20 anos, a moça não resistiu a uma cirurgia no cérebro para a retirada de um tumor na glândula hipófise. Ao comunicado de que os órgãos da jovem poderiam ser doados e, dessa forma, salvar vidas, a mãe manteve-se inflexível e irredutível: "Ninguém mexe em minha filha. Ela será enterrada inteira". Seis anos e quatro meses se passaram e o que parecia improvável aconteceu. Num exame de rotina, aos 15 anos, Denis, o segundo filho de Margarida, foi diagnosticado com um tumor raro de fígado. Diante da constatação dos médicos de que só um transplante salvaria o menino, a mãe desabou: "Percebi ali o enorme erro que havia cometido ao me recusar a doar os órgãos de Raquel. Cheguei a pensar que eu não merecia a chance de salvar meu filho. Luto todos os dias para não me deixar dominar pela culpa". Inscrito na fila para a recepção de um fígado, Denis foi operado em apenas quinze dias. Se a família Fritzke não morasse em Santa Catarina, Margarida provavelmente teria perdido seu outro filho por falta de doadores. Nos demais estados brasileiros, a espera por um fígado varia de um a dois anos, e Denis tinha, conforme os prognósticos mais otimistas, apenas três meses de vida.

O sistema de transplantes de Santa Catarina é exemplar. O número de doadores efetivos do estado é o mais alto do país. Santa Catarina fechou 2008 com 16,7 doadores por milhão de habitantes, enquanto a média nacional é de minguados sete doadores por milhão de habitantes. Por doador efetivo entenda-se o corpo pronto para a retirada dos órgãos, quando já foram vencidas todas as etapas do processo de captação – do diagnóstico de morte encefálica à manutenção do corpo na UTI, passando pela autorização familiar. "Ninguém morre numa fila de espera por falta de médicos, hospitais ou remédios", diz Joel Andrade, coordenador da Central de Transplantes de Santa Catarina. "Morre-se por falta de órgãos." No caso específico do fígado, a morosidade da fila é ainda mais perniciosa. "Dias a mais de espera costumam ser determinantes", afirma o cirurgião hepático Julio Cesar Wiederkehr, do Hospital Santa Isabel, em Blumenau. "Não há tratamentos paliativos para quem chegou ao ponto de precisar de um transplantepático." Como em Santa Catarina a fila por um fígado é mais veloz do que no resto do país, o estado se tornou o campeão nacional dos transplantes hepáticos.

Tal velocidade fez com que vários pacientes optassem por esperar um novo órgão em Santa Catarina. Há duas condições para que uma pessoa se candidate a um transplante: ela só pode estar inscrita na lista de um hospital e morar num raio de até 60 quilômetros do local onde ocorrerá a cirurgia. Em janeiro passado, a professora Olga Marcondes, em companhia do marido, Ernizio, deixou a casa, os três filhos e o neto em São Paulo e mudou-se para um flat na cidade de Blumenau, o principal centro catarinense transplantador de fígado. Aos 56 anos, vítima de uma cirrose autoimune, ela ingressou na fila dos transplantes paulista em 2005. "Até outubro do ano passado, no entanto, o pessoal de São Paulo não era capaz de me dar uma previsão de quando chegaria a minha vez de ser operada." A expectativa é que ela receba um novo fígado em julho, no máximo. Assim como Olga, 10% dos 100 pacientes na lista catarinense são "estrangeiros".

Até cinco anos atrás, Santa Catarina era apenas mais um estado brasileiro a sofrer com a falta de doadores e as dificuldades de captação e distribuição de órgãos. Em 2004, o número de doadores era de sete por milhão de habitantes, o equivalente à média brasileira. A reviravolta começou a partir do momento em que os coordenadores da central de transplantes decidiram colocar equipes especializadas em captação de órgãos nos hospitais com centros de neurologia, justamente para onde são encaminhados os pacientes em morte encefálica.



Determina a lei federal que todo hospital com mais de oitenta leitos deve ter uma comissão com foco na doação. Hoje, em Santa Catarina, 90% dos hospitais com serviço de neurologia contam com um grupo de profissionais treinados em captação de órgãos – independentemente do número de leitos. Além disso, a maioria dos coordenadores dessas equipes são intensivistas. Faz todo o sentido. São os médicos das UTIs os primeiros a fazer o diagnóstico de morte encefálica de um paciente. Se eles estiverem engajados num programa de transplantes, dificilmente deixarão de comunicar a existência de um doador em potencial. Das mais de 10 000 mortes encefálicas registradas no ano passado no país, apenas a metade foi notificada. Em Santa Catarina, sete em cada dez diagnósticos de óbito são informados.

Decretada a morte encefálica, o primeiro passo é informar a família e pedir autorização para a doação. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (Abto), apenas 1% dos parentes de eventuais doadores é abordado. "Muitos profissionais ainda ficam constrangidos em tocar nesse assunto, temendo aumentar o sofrimento da família", diz o cirurgião Sergio Mies, chefe da equipe de transplantes do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo. Geralmente, a solicitação é feita por uma pessoa com a qual os parentes não têm nem tiveram nenhum contato durante a internação – o que, num momento de luto, aumenta a probabilidade de recusa. Para diminuir esse risco, o sistema catarinense prevê que o contato entre a equipe de captação e os parentes do possível doador seja feito assim que ele entrar na UTI. "Paciência é a palavra de ordem", diz a enfermeira Solange Aparecida Ramos, uma das responsáveis pela abordagem familiar no Hospital Santa Isabel, em Blumenau.

No início, os profissionais se colocam à disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre a condição da pessoa internada. O passo seguinte se dá quando os médicos retiram a sedação do doente, a fim de constatar se o cérebro já está inativo. Durante esse processo, que dura, em média, seis horas, uma psicóloga procura os familiares para consolá-los. A palavra "doação" só é dita pela primeira vez doze horas mais tarde, quando todos os exames necessários para comprovar a morte encefálica foram concluídos. "É mais simples conseguir uma autorização de quem já nos conhece", diz a psicóloga Rosi Meri da Silva, do Hospital Santa Isabel. As estatísticas comprovam a importância de uma abordagem mais humanista. No último ano, a queda nos índices de recusa familiar em Santa Catarina foi de 53%. No resto do Brasil, de 37%.

Autorização concedida, dá-se início a outra batalha: a de conservar os órgãos do paciente morto em condição de serem transplantados por meio de ventilação artificial, doses de medicamentos a intervalos regulares e litros e mais litros de soro. Do contrário, o organismo entra em falência cardiorrespiratória e os órgãos se deterioram por falta de oxigênio. Santa Catarina, mais uma vez, detém um dos melhores índices de manutenção de corpos para transplante. Lá, de cada 100 pacientes em morte encefálica, quase 80% se conservam em condições ideais para o transplante. Em São Paulo, o aproveitamento é de 60%.

De um sistema eficiente, faz parte necessariamente a abnegação profissional – e a dos médicos, enfermeiros e psicólogos catarinenses chega a ser emocionante. Por incrível que pareça, a excelência nas cirurgias hepáticas foi conquistada pela única equipe de transplante de fígado existente no estado: a do Hospital Santa Isabel, em Blumenau. Somente em janeiro passado foi criado um segundo grupo de especialistas nessa área, o do Hospital São José/Fundação Pró-Rim, em Joinville. Em 2008, no que se refere ao número absoluto de cirurgias, a equipe pioneira ficou atrás apenas de um dos melhores centros de saúde do país, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Os catarinenses fizeram 91 transplantes e os paulistas, 95.

Um dos maiores responsáveis pela proeza é o cirurgião Mauro Igreja. Em companhia do motorista Carlão, a bordo de um Gol 2006, 89 000 quilômetros rodados, o médico zanza de um lado para outro do estado, num raio de até 300 quilômetros de Blumenau, na tarefa de captar os órgãos para transplante. Distâncias maiores são percorridas em helicópteros ou jatinhos. A dedicação de Igreja é tanta que ele faz questão de participar também do transplante dos órgãos captados. Em geral, o médico que capta não opera. Em setembro do ano passado, ele participou de dezesseis transplantes hepáticos e de mais dezesseis cirurgias para a retirada de órgãos. Saldo total: 100 horas num centro cirúrgico, duas multas por excesso de velocidade e dezesseis vidas salvas.

Fonte: Noticenter, Revista Veja

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quinta-feira, 26 de março de 2009

Estado investe R$ 4,9 milhões em hospitais de Blumenau e Joinville

Serão repassados R$ 4 milhões a Blumenau e inaugurada ala psiquiátrica em Joinville

O governador Luiz Henrique e o Secretário de Estado da Saúde, Dado Cherem, repassam, nesta sexta-feira, R$ 4 milhões ao Hospital Santa Isabel, de Blumenau, e inauguram a Ala de Psiquiatria do Hospital Hans Dieter Schmidt, de Joinville.

O recursos para o hospital de Blumenau serão destinados à ampliação do reservatório de água e do gerador de energia, à restauração do acesso ao Colégio Sagrada Família e a outras estruturas afetadas pela enchente em 2008. A solenidade para o repasse da verba está marcada para às 14h.

Fonte: Diário Catarinense, pelo ClicRBS

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Santa Catarina é líder em transplantes de rim

Hospital Santa Isabel de Blumenau foi responsável por 25,57% dos procedimentos

Santa Catarina alcançou o primeiro lugar no país no número de transplantes de rim feitos no ano passado. O Estado fechou 2008 com o índice de 37,3 transplantes por milhão de população (pmp), enquanto a média nacional foi de 20,5 pmp.

O Hospital Santa Isabel, de Blumenau, foi responsável por 25,57% dos procedimentos. Em 2008, o hospital fez 58 transplantes — o maior número desde que a instituição começou a fazer a cirurgia, em 1980. Em 28 anos, foram 445 rins transplantados.

Nesta sexta-feira, como parte das ações do Dia Mundial do Rim, comemorado nesta quinta, a Sociedade Catarinense de Nefrologia irá promover palestras sobre doenças renais, diabetes e hipertensão no auditório do Colégio Sagrada Família, localizado na Rua 7 de Setembro, 915, no Centro de Blumenau.

Dois médicos de São Paulo e uma médica de Florianópolis vão explicar à comunidade sintomas, métodos de prevenção e dúvidas sobre saúde, a partir das 14h. As palestras terão duração de uma hora, começando por doença renal crônica e seguindo por hipertensão arterial e diabetes. O evento é aberto ao público.

Fonte: ClicRBS

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quinta-feira, 5 de março de 2009

SC atinge primeiro lugar em número de transplantes de rim

Hospital Santa Isabel realizou 25% das operações

Além de ser líder em doações de órgãos por milhão de habitantes, o Estado de Santa Catarina pode ser orgulhar por mais uma marca. O Estado fechou o ano de 2008 muito à frente da média nacional em transplantes renais, alcançando o primeiro lugar entre os estados brasileiros com o índice de 37,3 transplantes por milhão de população (pmp). No mesmo período, a média nacional foi de 20,5 pmp.

Centro transplantador de rins desde 1980, o Hospital Santa Isabel foi responsável por 25,57% dos transplantes renais realizados no estado em 2008 e, ao longo de sua história, já transplantou mais de 450 pacientes com disfunções renais.

CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS TAMBÉM É DESTAQUE EM SC

Não é de hoje que o Estado de Santa Catarina vem se destacando nos transplantes de órgãos e, no ano que passou, atingiu mais uma marca histórica em termos de doações. De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), pela primeira vez um estado ultrapassou a barreira dos 15 doadores por milhão de população (pmp). Santa Catarina ficou em primeiro lugar nacional em número de doadores por milhão de habitantes com a marca de 16,7 pmp, seguido de Rio Grande do Sul (12,2 pmp) e São Paulo (12,0 pmp).

A média nacional fechou em 7,2 pmp. Parte destas estatísticas é resultado do comprometimento de equipes multidisciplinares como a do Hospital Santa Isabel, em Blumenau, que é uma referência estadual tanto na captação como no implante de órgãos.

Fonte: Noticenter

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Estado atinge índices históricos em captação de órgãos para transplantes.

RECORDE

Não é de hoje que o Estado de Santa Catarina vem se destacando nos transplantes de órgãos e, no ano que passou, atingiu mais uma marca histórica em termos de doações. De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), pela primeira vez um estado ultrapassou a barreira dos 15 doadores por milhão de população (pmp).

Santa Catarina ficou em primeiro lugar nacional em número de doadores por milhão de habitantes com a marca de 16,7 pmp, seguido de Rio Grande do Sul (12,2 pmp) e São Paulo (12,0 pmp). A média nacional fechou em 7,2 pmp. Parte destas estatísticas é resultado do comprometimento de equipes multidisciplinares como a d o Hospital Santa Isabel, em Blumenau, que é uma referência estadual tanto na captação como no implante de órgãos.

Mais informações: (47) 3321.1139 – Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Santa Isabel.

Fonte: Jornal Barriga Verde

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Santa Isabel é o único em pesquisa de células-tronco em SC

Hemodinâmica do Hospital Santa Isabel é único em pesquisa com células-tronco em SC e atinge 50% da meta de pacientes

Com uma média de 180 procedimentos ao mês, mais de dois mil ao ano, o serviço de Hemodinâmica do Hospital Santa Isabel (HSI), de Blumenau, é um dos maiores centros de cardiologia intervencionista do sul do país. Mas além de ser referência em número de atendimentos, o setor é destaque em pesquisa e inovação. A Hemodinâmica do HSI é a única do Estado que participa de uma pesquisa nacional do Ministério da Saúde sobre a utilização de células-tronco do próprio paciente para tratar doenças do coração.

“Ao todo, são 26 centros de estudo distribuídos pelo Brasil. Nós somos o único em Santa Catarina e já atingimos praticamente metade da meta de nosso centro que era inicialmente de 15 pacientes. São esperados 300 pacientes entre todos os centros de estudo, e até o momento já foram realizados os procedimentos em 75” destaca o diretor do serviço de Hemodinâmica, o médico Adrian Paulo Morales Kormann.

O médico explica que a maior dificuldade está em encontrar pacientes que preencham os pré-requisitos necessários para realizar o estudo. “Não podemos efetuar o tratamento em todos os pacientes, pois há alguns critérios de seleção como idade, tamanho do infarto e o fato de não poderem coexistir outras doenças graves. Além disso, o paciente precisa concordar em realizar o estudo”, complementa.

“As células-tronco são retiradas da medula do próprio paciente o que não gera problemas éticos relacionados à pesquisa. Ainda assim, existem pacientes que preferem não participar do estudo e precisamos respeitar a decisão deles”, acrescenta. Esta pesquisa, que é coordenada pelo Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras no Rio de Janeiro segue todas as normas brasileiras relacionadas à ética em pesquisa em seres humanos.

Em relação ao volume de atendimento na região: “Somos referência para 15 municípios, ou seja, mais de 500 mil pessoas, sendo considerado um dos serviços com maior volume de atendimento em Santa Catarina. Esta responsabilidade sempre nos fez buscar as mais avançadas tecnologias e técnicas em nossa área. Fomos os primeiros de SC a utilizar um stent (molinha implantada para desentupir artérias) que libera medicamentos durante três semanas para auxiliar nos tratamentos”, assinala Adrian.

CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA

“O Brasil está participando cada vez mais de pesquisas na área de cardiologia intervencionista, estando presente nos principais estudos internacionais do setor. Este segmento da cardiologia trabalha com procedimentos menos invasivos, sem cortes, realizados através de cateteres que possibilitam o diagnóstico e tratamento de um grande número de doenças do coração. A evolução das técnicas utilizadas em procedimentos da cardiologia intervencionista permite um melhor resultado clínico e uma recuperação mais rápida. Um exemplo disto ocorre em pacientes infartados os quais podem apresentar diminuição do risco de vida 50% para algo em torno de 6% quando submetidos em tempo hábil à técnica de angioplastia coronária (desobstrução de uma artéria do coração)”, explica o médico.

Fonte: Noticenter

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