segunda-feira, 6 de abril de 2009

O Tendão de Aquiles - Saiba tudo sobre ele

Antes de começar, quero deixar aqui o meu relato sobre a ruptura total de tendão de aquiles que tive, em Outubro passado. Talvez assim, algumas pessoas possam se identificar melhor com a situação.

O relato !

Blumenau, 02 de Outubro de 2008!
Nesse dia, em uma partida de futebol com os amigos, aconteceu. Eu estava no campo de defesa, sozinho praticamente, sem ninguém por perto, e quando dou um passo para o lado, aquela certeza que algo sério aconteceu. Uma dor muito forte, o corpo que desaba no chão, e o barulho que nunca mais vou esquecer, semelhante a um estalo, e que pôde ser ouvido a uns 20, 30 metros de distância de onde eu estava. Depois daquilo, só voltei a colocar o pé no chão no final de Dezembro. Já no dia do acidente, fui com ambulância até o P.S. do Hospital, onde o Plantonista constatou já a ruptura. Medicou-me, deixaram minha perna com uma tala até o joelho, fui indicado a um Ortopedista que no dia 13/10 realizou a cirurgia. Antes disso, tive que fazer uma ultrassonografia apenas para constatar o tamanho da ruptura. Correu tudo bem durante a cirurgia (aos que precisarão passar por isso, lhes garanto que não dói absolutamente nada), e em 1 hora e meia eu estava na sala de recuperação. Saí do Hospital novamente com uma tala, após 7 dias fui trocar os curativos, mais 7 dias, tirei os pontos, e nesse dia foi colocado o Gesso. A expectativa era de ficar com Gesso uns 60 dias, mas com uns 15 dias de Gesso, tive Trombose (em virtude principalmente da imobilização da minha perna durante o gesso), parei por 8 dias no hospital. Quando tive alta, voltei ao ortopedista e esse achou por bem que eu não mais colocasse o gesso (até por prevenção por causa da mesma trombose), apenas com recomendações extremas de em maneira alguma apoiar o pé no chão. Segui todas as dicas à risca, e depois de um tempo começaram as sessões de fisioterapia. Ao todo, até obter a alta por parte do ortopedista, fiz 50 sessões. Já estou liberado pra correr, e daqui a mais uns 15 dias, já poderei voltar a jogar futebol, caso queira. Não há sensação melhor que voltar a caminhar literalmente com as próprias pernas. Sem precisar do auxílio de muletas, botas ortopédicas, ou ombros amigos. Depois de tudo isso, mudei minha forma de encarar muitas coisas em relação à minha vida. E o que posso deixar como recado à quem esteja passando por isso, é que siga todas as recomendações médicas, tenha muita paciência, e leve a sério as sessões de fisioterapias. Embora no começo possa não parecer, mas elas produzem um resultado fantástico no final.

Porque o nome "Tendão de Aquiles" ?

Conta a lenda grega que Aquiles, filho do rei Peleu e da rainha Tétis, tinha um único ponto vulnerável no corpo, exatamente na altura do calcanhar, na altura de um tendão. Para tornar o menino imortal, sua mãe passou ambrósia em seu corpo e o manteve por um tempo próximo ao fogo. Depois, mergulhou Aquiles no rio Estige, cujas águas tinham o poder de torná-lo invulnerável. Ao mergulhar o filho nas águas do Estige, a mãe o segurou por um calcanhar e, sendo assim, essa parte de seu corpo não foi tocada pelas águas. Aquiles cresceu e se tornou um dos principais heróis gregos da guerra de Tróia, sendo ao final atingido e morto por Páris, com uma flecha no calcanhar. Daí se falar hoje em tendão de Aquiles, uma denominação vulgar para o tendão que se encontra na parte inferior e posterior da perna.

Isso pode levar a algumas confusões, pois algumas pessoas entendem que só existem tendões nessa região do corpo, quando não é verdade. As mãos, os pés, o pescoço e todas as partes que se dobram, ou seja, praticamente o corpo inteiro (se imaginarmos um contorcionista de circo em atividade) está repleto de tendões.



Sobre o tendão de aquiles:

Uma lesão no tendão de Aquiles é muito comum, principalmente em atletas que precisam fazer uso da corrida, que tanto solicita a função do músculo da panturrilha. Estima-se que 11% de todas as patologias que acometem corredores estão relacionadas ao tendão de Aquiles.

Ele é um grande e calibroso tendão que se localiza atrás do tornozelo, ligando os músculos da panturrilha (sóleo e gastrocnêmio) ao osso do calcanhar (calcâneo). Ele fornece força na fase de impulso da passada (ciclo da marcha), pois sua função é levar a ponta do pé para baixo, ou seja, nos ajuda ficar na ponta do pé (flexão plantar) ou saltar.

É formado por um tecido inelástico, composto, na sua maior parte, por colágeno, porém é pobre em suprimento sanguíneo. São as fibras colágenas que dão resistência às trações sofridas pelo tendão.

Durante a corrida ou atividades que incluem saltos, o tendão de Aquiles sofre forças de tensão repetidas por contração e estiramento dos músculos da panturrilha e isso pode facilitar o aparecimento de lesões por falta de oxigênio (hipóxia).

Lesões no tendão de aquiles:



Uma lesão no tendão de Aquiles pode causar desde um processo degenerativo ou inflamatório até uma ruptura que pode ser parcial ou total. Uma inflamação no tecido que envolve o tendão é chamada de paratendinite. Já a inflamação ou degeneração sofrida pelo próprio tendão é conhecida popularmente como tendinite de Aquiles (atualmente conhecida por tendinose de Aquiles).

Tendinose é o termo mais adequado para descrever o processo degenerativo que ocorre no tendão, pois estudos comprovaram que, numa lesão, o processo inflamatório é ausente ou insignificante, predominando a degeneração. A inflamação, se ocorrer, é mínima e nos primeiros dias de lesão apenas. Por este motivo, o termo "tendinite" está sendo substituído por "tendinose". Esta pode ser considerada aguda ou crônica, de acordo com o tempo de permanência dos sintomas. Já a ruptura pode ser total ou parcial, que é quando parte das fibras são lesadas.

SINAIS E SINTOMAS: Os sintomas podem acometer somente um lado ou bilateralmente. A dor geralmente se localiza de 2 a 6 cm acima do calcanhar.

Como estamos falando sobre lesões do tendão de Aquiles e estas incluem desde um processo inflamatório numa fase inicial até uma lesão completa do tendão, é importante salientar que os sintomas podem ser parecidos, apesar das lesões se diferenciarem, como nos casos das tendinoses e rupturas parciais. Por isso, é importante a consulta com um médico ortopedista para que seja feito um diagnóstico correto e um tratamento adequado.

No caso de uma lesão aguda os sintomas se manifestam com as seguintes características:

- Dor no tendão durante os exercícios. Melhora com o repouso. A dor aparece gradualmente durante os exercícios, podendo até diminuir ou desaparecer ao longo da corrida.
- Edema (inchaço) sobre o tendão.
- Vermelhidão sobre a pele, no local da lesão.
- O atleta pode sentir um rangido quando pressiona seu dedo no tendão ou move seu pé.
- As dores experimentadas na fase aguda da patologia tendem a desaparecer após um aquecimento antes da corrida, mas retornam quando a atividade é interrompida.

A tendinose é uma condição difícil de tratar, particularmente em atletas mais velhos que parecem sofrer mais desta patologia. Se não tratada, os sintomas pioram até ficar impossível correr.

Os sintomas são parecidos com a fase aguda, só que mais presentes ou intensos:

- Dor difusa e rigidez no tendão, principalmente pela manhã ou após tempo prolongado na posição sentada. A dor não cede ao repouso.
- Podem aparecer nódulos ou regiões inchadas no tendão.
- Edema, vermelhidão e aumento de temperatura sobre o tendão.
- Dor no tendão quando anda, especialmente em subidas ou ao subir escadas.
- Diminuição de força dos músculos da panturrilha, que pode acontecer durante a caminhada ou corrida.
- Limitação da amplitude de movimento do tornozelo na flexão dorsal, ou seja, quando dobramos o tornozelo levando os dedos em direção à "canela".
- Pode ocorrer crepitação durante os movimentos ativos do tornozelo.

As principais causas de lesões no tendão de aquiles:

- Sobrecarga ou excessos no treino (tempo, distância e intensidade). Uma tensão exagerada ou tensões repetitivas em demasia aumentam o risco de lesões no tendão por falta de oxigênio (hipóxia), o que dificulta a recuperação deste tecido após grandes atividades.
- Trauma causado pela contração repentina e/ou excessiva dos músculos da panturrilha como num sprint final.
- Falta de flexibilidade da musculatura da panturrilha.
- Uso de calçados inadequados.
- Alterações posturais como anteversão do fêmur, tíbia vara, pé pronado, entre outras.
- Alterações da biomecânica na corrida: modo como o pé toca no solo, movimentos dos membros inferiores, passada, ritmo, correr sem tocar o calcanhar no solo.
- Corridas em aclives, corridas com saltos ou subidas em escadas: correr nestas condições tencionará o tendão, que ficará mais alongado do que numa passada larga (passo grande) e isso fará com que ele fique fadigado mais precocemente.
- Tipo de pisada: pronação excessiva pode aumentar a tensão no tendão. Como o pé rola para dentro (pé chato), a região inferior da perna roda para dentro assim como roda o tendão de Aquiles, causando um estresse longitudinal, em toda sua extensão.
- Aumento súbito na velocidade ou distância percorrida.
- Tempo de descanso insuficiente.

GELO E OUTROS TRATAMENTOS: Quanto mais precocemente se inicia o tratamento, melhores as chances de bons resultados. No caso de tendões a recuperação é mais lenta, principalmente por ser pouco vascularizado, portanto, paciência e empenho no tratamento são decisivos na recuperação.

Será necessária uma consulta com ortopedista para avaliação da lesão e tipo de pisada, para que o diagnóstico e o tratamento adequado e individualizado seja traçado. Exames complementares como ultrassonografia ou ressonância magnética serão necessários para visualizar o tipo e extensão da lesão.

Pode ser necessário o uso de medicamentos antiinflamatórios e o tratamento cirúrgico pode ser indicado em alguns casos, principalmente na lesão total. Não devem ser utilizadas infiltrações de esteróides no tendão por aumentar os riscos de ruptura total.

É indicado repouso relativo, de acordo com o quadro apresentado pelo atleta, ou seja, pode ser indicado apenas diminuir o ritmo da atividade ou interromper a corrida por um determinado tempo. Muitas vezes é indicada a substituição da corrida por natação ou deep running, para diminuir o impacto e esforços sobre o tendão, facilitando sua recuperação.

A aplicação de gelo irá auxiliar no alívio de dores e na diminuição de edema (inchaço). O gelo deve ser feito por 20 minutos, podendo ser repetido a cada 3 horas no início dos sintomas (fase aguda). Pode se associar elevação da perna para auxiliar na drenagem de edema, se houver.

Após a avaliação da lesão e do tipo de pisada, pode ser indicado o uso de palmilha para correção do calcanhar e para diminuir forças sobre o tendão, ou palmilhas que fornecem um amortecimento, o que seria uma medida temporária. O uso de calcanheiras é útil para tirar as tensões do tendão, mas deve ser avaliado para não estimular o encurtamento muscular.

A utilização de calçados adequados evita lesões, portanto, a avaliação do tipo de pisada se torna importante para a compra do tênis. Para atletas com pronação excessiva (pé chato), o ideal é um calçado com menos amortecimento e mais estabilidade e para atletas com supinação excessiva (pé cavo), um calçado com mais amortecimento e boa flexibilidade é mais indicado.

Tão importante quanto usar um calçado adequado para o seu tipo de pisada e atividade física é saber quando "aposentar" seu tênis. Calçados excessivamente desgastados podem contribuir para uma lesão por não exercerem mais sua função de estabilidade, suporte e amortecimento. Vale lembrar que também pode acontecer de aparentemente o tênis parecer em bom estado, porém já ter perdido sua capacidade de amortecer impactos, por exemplo. Por isso é bom ficar de olho nas indicações dos calçados e trocá-los de acordo com a quilometragem percorrida e peso corporal, para que não fiquem desgastados demais.

A AJUDA DA FISIOTERAPIA: Além da melhora da lesão e sintomas, o tratamento fisioterapêutico tem como objetivo o retorno à corrida sem riscos de recidivas (nova lesão).

Numa fase inicial de lesão, o objetivo é minimizar a lesão tecidual com a utilização de ultra-som e gelo numa posição alongada do músculo da panturrilha, ou seja, com o tornozelo dobrado (dedos em direção à "canela").

Numa fase intermediária, é indicada a utilização de ultra-som e laser para estimular a síntese de colágeno e cicatrização. Um alongamento suave dos músculos da panturrilha contribuirá para o realinhamento das fibras de colágeno e deve ser seguido pela aplicação de gelo numa posição alongada do tendão.

Já a fase final do tratamento visa melhorar a cicatrização da lesão e fortalecer os músculos. Deve-se aplicar o gelo no final dos exercícios com objetivo de diminuir a dor e prevenir possíveis reações inflamatórias.

A aplicação de técnicas de massagem também auxiliará na melhora das aderências e contribuirá para a reorganização das fibras do tendão, além de ajudar no deslizamento da camada que o recobre.

O músculo da panturrilha ou tríceps sural é um músculo estático, ou seja, tem a função de sustentação, manutenção de postura e posição, além de auxiliar na flexão do joelho e fazer a flexão plantar (dedos para baixo, longe da "canela"). Por estes motivos e por sua própria fisiologia, tem tendência a se encurtar (mesmo em quem não pratica esportes!). Além disso, o encurtamento deste músculo estimula a pronação do retropé e predispõe a lesões e alterações na postura. Por isso é importante mantê-lo alongado.

Como é comum alterações posturais predispor a lesões, técnicas como a RPG (reeducação postural global), que visam alinhar o corpo e seus segmentos, podem auxiliar no tratamento ou evitar lesões, além de contribuir para a melhora da flexibilidade.

Tão importante quanto os alongamentos e fortalecimentos que irão reequilibrar a musculatura são os exercícios de propriocepção que levam informações ao cérebro e otimizam a função motora. Eles melhoram as reações da articulação quando há mudanças de direção, velocidade e terreno, favorecendo a biomecânica correta da corrida e evitando lesões. Eles devem ser orientados pelo fisioterapeuta, de forma gradual e introduzidos na fase correta do tratamento.

O retorno à corrida deve ser gradual, acompanhado dos exercícios para alongar e fortalecer os músculos da panturrilha, até que força, resistência, flexibilidade e amplitude de movimento estejam adequadas (quando comparados ao lado não lesionado). Dessa forma o tendão estará preparado para exercer sua função plenamente e receber as tensões transferidas a ele durante a corrida.

A prevenção é a melhor medida quando falamos em lesão tendínea. Apesar do tendão ser inelástico, ele se beneficia com o alongamento muscular pois ocorre diminuição das forças e tensões sobre ele. Portanto, o alongamento deve ser realizado mesmo distante dos treinos (pode ser feito em casa) para manter a elasticidade do músculo e evitar lesões no tendão. Da mesma forma, é importante fazer um aquecimento adequado da musculatura para que esta esteja preparada para a corrida, além do desaquecimento.

Ruptura do tendão de aquiles:

Nos casos de ruptura do tendão, o atleta poderá sentir um estalo e muitas vezes se descreve uma sensação de ter levado uma pedrada na panturrilha ou um chute (síndrome da pedrada). Nos casos de ruptura total haverá impossibilidade de levantar o calcanhar do solo quando em pé ou de fazer o movimento como de acelerar quando sentado ou deitado.

Apesar da dor súbita, muitas vezes o atleta chega ao atendimento médico praticamente sem dor, caminhando com certa dificuldade e impossibilitado de fixar nas pontas dos pés.

Ao exame, encontra-se edema no local, dor à palpação e freqüentemente é palpável um defeito no local da ruptura. Um exame clássico para diagnóstico é o teste de Thompson, que consiste em posicionar o paciente em decúbito ventral e a seguir o médico realiza a compressão da panturrilha com a mão. Se não houver a flexão plantar do pé ou uma grande diminuição desta, estará confirmado o diagnóstico de ruptura do tendão de Aquiles.

Tratamento da Ruptura do Tendão de Aquiles

Têm sido publicados diversos trabalhos sobre o tratamento do tendão de Aquiles roto, alguns defendendo o tratamento conservador, outros o tratamento cirúrgico
A maioria dos autores recomendam o tratamento cirúrgico, devido a menor taxa de re-ruptura e o rápido retorno a atividade.

Aos que, como eu, já sofreram uma ruptura no tendão de aquiles, sugiro que vejam o seguinte VÍDEO de Bruno Martini, ginasta brasileiro, também vítima do tendão: O Nova Blumenau tá de cara nova, confiram e sigam pelo twitter também @novablumenau

Fontes de Pesquisa: BoaSaúde ; Revista Contra Relógio ; Copacabana Runners

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43 comentários

seuluiz disse...

Que beleza de matéria, Márcio, uma verdadeira aula sobre o tendão do Aquiles e nosso. Já sabia de algumas coisas mas outras não. Nunca tive este problema e espero nunca ter, pois além do seu relato, tenho amigos que tiveram o mesmo problema. Quanto a lenda de Aquiles, o tal de Páris devia ser um atirador de elite para acertar justamente no tendão. Parabéns pela matéria.
Abraços

Rodrigo Piva disse...

Meu pai que é professor de educação física, também rompeu o tendão e no caso dele a coisa foi grave. A cirurgia durou 7 horas. Depois de meses conseguiu se recuperar e só restou a cicatriz.

Parabéns pela aula, Márcio!

Abraços

Fábio do Couto disse...

Oi Márcio meu nome é Fábio do Couto e sofri uma ruptura parcial do tendão de aquiles , realmente na hora achei ter levado um chute na panturrilha , depois me falaram que cai sozinho , meus parabéns pelas informações me ajudaram a compreender melhor oque aconteceu comigo ainda não sei se vou operar ou se meu tratamento será conservador....um abraço.

Fábio do Couto disse...

Oi Márcio meu nome é Fábio do Couto e sofri uma ruptura parcial do tendão de aquiles , realmente na hora achei ter levado um chute na panturrilha , depois me falaram que cai sozinho , meus parabéns pelas informações me ajudaram a compreender melhor oque aconteceu comigo ainda não sei se vou operar ou se meu tratamento será conservador....um abraço.

thays disse...

Olá sou de Lages/SC, professora de Educação Fisica, e durante um jogo de Handeboll, sofri ruptura total do meu tendão, minha história é bastante semelhante ao seu relato, (me lembro até do barulho, que parecia o estouro de uma rolha de garrafa); minha lesão ocorreu no dia 01/05/09 e estou há 3 semanas de cirurgia, segundo meu cirurgião ficarei 9 semanas de gesso. Porem sinto que ficarei um pouco traumatizada, e por sempre gostar muito de atividade fisica (principalemente musculação), tenho 'medo' de romper novamente. Além disso tenho certas duvidas: se há alguma forma (no meu caso professora de Educação Fisica) poder estar estimulando meu tendão, de maneira a acelerar o tratamento quando for para a fisioterapia? E quanto tempo é necessário para poder retomar um treinamento de hipertrofia do gastrocnemio neste caso?) além de muitas outras duvidas..Gostei muito de sua matéria... atenciosamente Thays

Anônimo disse...

ola, chamo-me paulo e,como neste momento tenho muito tempo, porque tive rotura completa do tendao de aquiles, no dia 09 maio 2009, fui logo operado, tambem num jogo de andebol, e gostaria de trocar e-mails com pessoas na mesma situação, para partilhar experiencias e tratamentos. para contacto e: gomes.x@gmail.com

T. disse...

Oi.
Tive rotura total tendão Aquiles dia 01/05/09. Fui operada em 07/05/2009.
Estou percebendo que é dificil passar por este evento, uma vez que ele ocorre sem que ninguém nos inflija nada. O nosso cérebro parece procurar soluções, uma vez que a pancada que todos sentimos é a similar a uma agressão de outrém.
Tenho sofrido bastante no pós - operatório. Dores no calcanhar (que não tinha antes da cirurgia) e nas articulações ao redor do pé. As noites são a parte mais "trágica", chegando ao ponto de já ter dito palavrões, coisa que antes não o fazia (hehe).
Então... gostaria de ter as vossas partilhas, uma vez que estamos todos neste momento "no mesmo barco".
E, obrigado Márcio, um Obrigado de Portugal.
T.

Anônimo disse...

ola, gostaria de entrar em contacto com a senhora do ultimo post, pois tambem sou portugues, do algarve... fico a espera...
gomes.x@gmail.com ou 964146900

DALTON disse...

PARABENS PELA MATERIA ! ROMPI O TENDAO DO PE DIREITO A 2 ANOS ,AGORA ROMPI O DO PE ESQUERDO .
E DIFICIL A RECUPERAÇAO PELO GESSO MAS COM PACIENCIA E UMA FISIOTERAPIA BEM FEITA A RECUPERACAO E QUASE TOTAL !

Anônimo disse...

Olá,
também rompi o tendão de aquiles muito recentemente (22 de Junho), ao jogar futebol. O estalo que se ouve é assustador. Segundo os meus colegas, ouviu-se em todo o pavilhão. Fui operada no dia seguinte. Segundo os médicos, realizaram-me uma nova técnica cirúrgica chamada "tenorrafia percutânea com TENOLIG". Não tenho sutura operatoria, mas sim uma especie de dois botões colocados no calcanhar, ligados a um fio que, suponho eu, permite realizar a ligação do tendão. Não tenho tido dores. Mas tenho um gesso até meio da coxa, que segundo o ortopedista, só vai ser removido às 6 semanas. Depois, ficarei mais 3 ou 4 semanas com gesso apenas até ao joelho. Para já está a correr tudo bem!! E ainda não parei com as injecções de heparinóide, para evitar a trombose venosa profunda. Gostaria de saber aos quer já passaram por isto, se a recuperação é total! E se poderei voltar a fazer tudo como dantes! Obrigada! Meu e-mail é paulasousaraujo@hotmail.com

Anônimo disse...

Antes de mais parabéns ao Márcio por este artigo.

Como muitos de vós tb. fiz rotura total do Tendão de Aquiles no passado dia 6 de Abril de 2009. Fui sujeito a intervenção cirurgica no dia seguinte e vou resumir o que se passou a partir desta data.
- Após a operação tive Gesso até à coxa por um periódo de 2 semanas (até ao dia 23 de Abril)
- após as 2 semanas sobre a operação tive Gesso do joelho para baixo durante mais 4 semans (até ao dia 20 de Maio).

Iniciei a fisioterapia no dia 22 de Maio e mantenho-a até hoje e é para manter nos próximo tempos.

Quando tirei o Gesso caminhava com 2 canadianas e esta situação manteve-se por cerca de 1 mês, altura em que comecei a caminhar a passos muito curtos; após 2 semanas o caminhar passou a ser mais normal embora me falte flexibilidade no tendão e na rticulação do pé. Voltei ao trabalho 100 dias após a operação. Ainda não consigo correr, mas já ando relativamente bem e conduzo. Nesta altura foi-me aconselhado a fazer praia e começar a fazer umas corridas em marcha muito lenta (na praia) por periódos de 5/10 minutos indo aumentando o tempo para mais 5 minutos de 2 em 2 dias. Tb. vou iniciar a bicicleta.

Abraços e boas recuperações a todos.
Alfredo

Se alguém quiser alguma informação por favor contacte-me para o mail l200excalibur@gmail.com

Anônimo disse...

Gostei muito da matéria visto estar com tendinite em meu tendão,colocarei em ptática as dicas e quero agradecer pelo que me fora explicado através desta matéria.
Muito obrigada
Adriana Osasco-SP

Anônimo disse...

Gostei muito da matéria visto estar com tendinite em meu tendão,colocarei em ptática as dicas e quero agradecer pelo que me fora explicado através desta matéria.
Muito obrigada
Adriana Osasco-SP

Gabriel disse...

Ronaldo!!!

Wellington F. Jesus disse...

Olá Márcio e pessoal,
Sou Wellington aqui do DF, desde julho apresento um quadro de paratendinite calcanea (ou da capa que cobre o tendão de Aquiles). Fiz ressonância que comprovou o "bom estado" do Tendão. Realizei trabalho fisioterápico e parecia estar tudo bem. Entretanto, após um treino no feriado de 07 de setembro, senti de novo o rangido na área do tendão (esquerdo). Do rangido ao inchaço e a dor. Retornei à fisioterapia... E agora? Gostaria de saber se alguém viveu algo parecido e tem uma sugestão. Também reforço os votos de recuperação aos amigos e amigas que tiveram a ruptura de tendão.
Muito obrigado,
Wellington

rodrigo disse...

opa! sou novo nisso, aconteceu ontem, 24/09. vou operar logo, alguns dias. vou fugir do gesso como o diabo da cruz, só se for o jeito. ja sofri um lca e nao vai ser isso que vai me parar. Meu avo chamava-se Achilles. Vou voltar, mais forte e mais cedo que nunca. Jamais retroceder, render-se, nunca. Vamo q vamo. Colocar a leitura em dia...afff chatice

Anônimo disse...

Boa noite,
gostaria de trocar impressões com pessoas que estejam a ter problemas no pós-operatótio como eu...o meu mail é ireneramossilva@hotmail.com
Obrigado

Mario disse...

MEU FILHO ROMPEU TOTAL TENDÃO E LIGAMENTOS NUMA PEQUENA CORRIDA, E ELE É ATLETA. COMO PODE ACONTECER EM ALGUEM QUE NÃO É SEDENTÁRIO.ISSO VAI CONTRA TODOS OS DITAMES QUE PRECONIZAM QUE O SER HUMANO DEVE SE EXERCITAR. ORA BOLAS. MELHOR ENTÃO É FICAR EM CASA VENDO TELEVISÃO, CARACAS. O TRANSTORNO QUE VEM CAUSANDO EM SUA VIDA (EMPREGO,FAMILIA,COMPROMISSOS)
É UM ABSURDO. fAÇO ACEDEMIA, MAS AGORA JÁ FICO COM MEDO AO REALIZAR
QUALQUER EXERCICIO. SACANAGEM !!!!

Dauricy disse...

Caro Marcio: vou chover no molhado mas, não posso ficar indiferente ao seu artigo. Que precioso! Receba meu muito obrigado pelas informações valiosas que ele contém. Vai me ajudar, muito, sobre o procedimento que devo adotar. Rompi, parcialmente, o tendão. Devo fazer a cirurgia por ser, acho, de mais rápida recuperação. A parte complicada é não poder apoiar o pé no chão; isso é dramático. Deveria existir um suporte ou alguma forma de podermos, pelo menos minimamente, nos locomover sem muletas. Bem isso é outro assunto. Reitero meus agradecimentos. D. Martins

Anônimo disse...

Oi Márcio, dia 07/outubro/09 tive a mesma sensação de pedrada, fui a PS e o medico me engessou por 10 dias e disse que iria ficar bem fazendo fisioterapia. Passei por outro, medico fiz ultrassom constou ruptura de 66% e encurtamento, o medico indicou cirurgia c/ transposição do tendão e enxerto de fator de crescimento.
Gostaria de saber se houve uma negligencia do primeiro medico.pois não solicitou nenhum exame e devido o tempo que passou complicou ainda mais a lesão. Obrigada

Anônimo disse...

Oi Márcio, esqueci de enviar meu email katia.kmc@hotmail.com, agradeço mais uma vez sua atenção.

Renata Bonotto disse...

Meu esposo passou pela cirurgia há quase uma semana, terça à noite. Quarta passou o dia com muita dor que, ao longo do dia, ficava mais ou menos intensa. Mesmo dois comprimidos de Tylex não estavam adiantando. Na madrugada de quinta, com ainda mais dor (dizia ter a sensação de que estava muito quente dentro da tala, sensação de queimação e como se a pele estivesse se rasgando), levei-o a um pronto-atendimento. O plantonista abriu a tala (era uma peça inteira do joelho para baixo), trocou as gazes, que estavam cheias de sangue, e deixou-a um pouco mais folgada pois a perna e o pé dele apresentavam inchaço e colocou ataduras para fazer o fechamento. Depois disso, ele está se sentindo bem - só sente um pouco de dor quando a perna fica para baixo ao se locomover para ir ao banheiro etc. com as muletas). A minha dúvida: é necessário ou não fazer curativo no local? O médico só solicitou o retorno depois de 14 dias e inicialmente disse que a tala não deveria ser removida. Esse procedimento está correto? Mesmo que tenha ocorrido algum sangramento no local? Gostaria de trocar impressões com alguém que tenha passado por situação semelhante ou possa dar um parecer. Grata.

Anônimo disse...

Olá Renata Bonotto: postei um comentário ontem mas não foi publicado. É o seguinte: sofri a ruptura e fui operado em 11/11/09 e foi colocada uma tala que é retirada e recolocada a cada dia sim dia não, para curativos. Retirei os pontos após 14 dias e apesar de ter corrido tudo muito bem, meu médico, prudentemente, recomendou mais dois curativos, em dias alternados, para observação, é, só então será colocada uma pequena bota de gesso que deverá ser retirada após 3 a 4 semanas quando serei liberado para fisioterapia. Fora a noite do dia em que foi feita a cirurgia, quando tive um pouco de dor e desconforto, não senti mais dor nenhuma.
Espero ter dado alguns parâmetros para sua comparação.
Boa sorte para vocês. Dauricy

andré disse...

olá sou de sjoão da boa vista de são joão da boa vista sp. estou passando pela fase de inflamação, acho. fui num clínico que me receitou antinflamatórios, porém só melhorou a dor nos dias, e voltou com mais intensidade, depois. dificulta muito trabalhar, não sou atleta nem nada, mas gosto de ir a pé ao trabalho, coisa que me causa muito desconforto. isso principalmente pela manhã, aliás, já acordo sem conseguir por o pe no chão totalmente. à noite tb, é horrivel a dor é bem chata, porém até tolerável. segunda tenho consulta novamente, e acho melhor pedir encaminhamento a um ortopedista, vou seguir seus conselhos pra não "ralar" mais taarde. valeu.

Allan Dias disse...

Primeiramente muito obrigado Márcio!!!
Cara foi depois que li seu artigo que as coisas ficaram mais claras para mim.
No dia 24/11 do ano passado, jogando futebol, rompi meu tendão. A minha operação só foi acontecer no dia 05/01!!! A operação foi tranquila, cerca de 50min. Saí da sala com uma tala acima do joelho, retornei apos 7dd para fazer o curativo e me colocaram novamente a tala, na semana seguinte retornei para retirar os pontos. Só fui colocar gesso no dia 08/02, esse enfim, abaixo do joelho e estou com este ate este momento...o dia marcado para passar de "fase" é dia 08/03 e aí devo começar a fisioterapia.
Mais uma vez obrigado, amigo!

Márcio Volkmann disse...

Vou deixar um comentário atualizado, sobre minha situação hoje, 26/02, 14 meses após minha cirurgia:

Desde Setembro passado, tenho jogado futebol normalmente, liberado pelo ortopedista e pelo fisioterapeuta (na verdade, desde Julho já estava liberado, mas o receio psicológico me fez voltar só em Setembro). Jogo normalmente, aos poucos já estou readquirindo a confiança que tinha antes, só a mobilidade lateral é que ainda está um pouco "afetada", talvez por motivos psicológicos também. A parte onde é feita a cirurgia fica naturalmente mais grossa, definitivamente. (Palavras do Ortopedista, e comprovado por mim). Porém, nada que atrapalhe. Uso o bom senso, e não fico subindo e descendo escadas correndo, por exemplo, e nem começo alguma atividade física sem alongar bem os tendões antes. Tirando isso, minha vida está 100% normal.

Obrigado a todos os comentários que recebo por aqui, e desejo que todos se recuperem o mais prontamente possível, e 100% também.

Abração.

Glau disse...

Oláaaaa....
Queria te parabenizar pela matéria, sou fisioterapeuta e é muito gratificante ver a evolução de pacientes como você e como os outros aqui acima.

Parabéns!!!!

igor disse...

GOSTEI MUITO DO ASSUNTO PARABENS..DETALHES DO POBLEMA ME AJUDARAM MUITU....OBRIGADO.

jamatos disse...

Meu nome é José Alberto, tenho 39 anos e escrevo para que se alguém tiver passado por isso me de uma dica, pois eu já estou sofrendo com a tendinose de aquiles há mais de um ano. Já fiz mais de 40 sessões de fisioterapia, já usei corticoides e anti-inflamatórios. Já tentei acupuntura, recomendada por um médico especialista em medicina desportiva. Já consultei 4 médicos diferentes e como só há degeneração, não há indicação cirúrgica. O meu médico atual me recomendou a palmilha e os alongamentos, mas já faz um mês e ainda não tive resultado algum.
Muito obrigado pelas informações e afirmo que ainda tenho esperança de encontrar um tratamento que funcione e que eu volte a jogar futebol.

Renata Bonotto disse...

Jamatos, me esposo passou pela cirurgia de tendão de aquiles. O médico disse que, por ser um dos tendões mais fortes do corpo, ele já deveria estar com algum tipo de degeneração há algum tempo sem saber e que culminou na ruptura do tendão. Então, se estivesse no seu lugar, tomaria muito cuidado.
O meu cunhado tem academia e malha há muito tempo, vira e mexe está com algum tipo de "ite" (tendinite e etc.) A recomendação dele e de outros profissionais de saúde (inclusive o cirurgião do meu esposo) é GELO SEMPRE (às vezes, contraste frio/quente) e um bom ALONGAMENTO ANTES e DEPOIS exercício. O meu marido não fazia nada disso e passou pela cirurgia - nem sequer sabia que o tendão estava mal. O meu cunhado, por sua vez, segue ileso até o dia de hoje. É um transtorno IMENSO passar pela cirurgiaq/recuperação! Boa sorte.

Dud@ disse...

Adorei,me ajudou na escola!Valeu

rosane disse...

olá, a todos estou passando pelo período de recuperaçao da cirugia do tendão de Aquilles realmente e difícil,a cirurgia foi realizada em 23/07/2010, há 7 dias tirei o gesso mas ainda não posso apoiar o pé segundo meu ortopedista que se mostra um excelente profissional desde o diagnóstico, no próximo dia 24 começo a iniciar alguns passos
fiz a ruptura quando dançava com um pequeno grupo de amigos em casa a sensação da pancada na hora realmente é certíssima ,pois fiquei procurando e exclamando quem havia me dado uma paulada! e todos me olhavam como se eu estivesse maluca
e mais ainda quando disse que iria fazer a cirurgia, ninguém acreditava, devido a forma que tudo aconteceu, alguns (isso deu prá sentir) só acreditaram quando viram a cicatriz, as vezes até eu mesma não acreditava, agora após ler estes comentários tive completa certeza; não sou maluca. Marcio parabéns pelo esclarecimento sobre o assunto, e realmente a sensação de não poder retomar a rotina de antes é grande. um abraço, ROSANE
rosane_moura2009@ibest.com.br

Paulo Neto disse...

otimo material, extremamente esclarecedor

Fernando disse...

Tenho 43 anos e sofri ruptura do tendão de Aquiles no dia 16/09/10. Fiz a cirurgia no dia 20/09. O médico utilizou uma técnica Percutânea, criada em 1977 por Ma & Griffith. Esta técnica é muito menos invasiva do que as demais, o que possibilita menos riscos (trombose, para citar dentre alguns relatados aqui)e uma recuperação mais rápida e menos dolorosa. Desde então, minha recuperação tem sido à base de fisioterapia e muitos exercícios feitos em casa(sugeridos pela fisioterapeuta). Passados +- 50 dias, ainda tenho um pouco de dificuldade para andar, em razão da perda de força da panturrilha, e dor no calcanhar. No mais estou muito satisfeito com o resultado.
Abraço a todos

lucas disse...

tenho 16 anos,sofrir uma pancada na perna d ,passei 52 dias internado,por conta disso meu tendão de aquiles encurtou,estou fazendo fizioterapia e estar melhorando,so que não oh suficiente,talvez tenho que fazer o cirugia pra alongar o tendão e estou com medo...

fernando disse...

meu nome é fernando souza rompi meu tendao dando aula de step na academia fiz a cirurgia depois de uma semana fiquei quase 3 mese de gesso qdo tirei o gesso no outro dia escorreguei na cozinha e sem querer coloquei meu pé no chao e senti a mesma dor qdo a primeira vez e sangrou porque rmpeu a pele ele falou que nao precisava de outra cirurgia e era pra fazer corativo hj estou me recuperando andando mancando mas nao sinto minha panturrilha ,mas sinto meu calcanha qdo levanto aponta do meu pé sinto so ate o final da cirurgia nao sinto minha panturrilha trabalhando que faço falei com o medico ele falou que é normal sera que é mesmo?

fernando disse...

rompi meu tendao de aquilis 21 07 2010 fiz cirurgia dia 26 07 10 tava boa a cirurgia de gesso e tudo tirei o gesso em um dia e cai no outro e senti a mesma dor abriu a cirurgia e sangrou muito dae me levaram e o medico falou que nao tinha rompido de novo mais ele so olhou hj estou me recuperando to manco diz ele que e normal ,blza ergo meus dedos do pé e sinto meu calcanhar mas nao sinto minha pantorrilha e normal ser?meu nome e fernando souza obrigado

william Rodrigues Santos disse...

uma beleza de matéria,gostaria que se possível me envisse alguns exercícios que poderia fazer para poder melhorar mais rápido.Obrigado.Wilson.

Gilmar disse...

olá marcio, muito boa essa aula de lesaõ do tendaõ de aquiles até por q vou precizar muito,tive ruptura total no dia 27/03/2011 numa partida de futebol,a operaçaó foi um sucesso mas agora tenho q me empenha ao maximo na recuperaçaõ para poder volta a fazer o q mais gosto q e jogar futebol,fiquei muito feliz ao ver o video do bruno martine,vi q com muita fé em Deus também vou conseguir,vlw...

marcos cesar disse...

Olá Marcio, meu nome é Marcos Calandrini,tive ruptura total do tendão de aquiles,operei segui todas as orientações médicas, com 11 semanas tirei o gesso, iniciei a fisioterapia já fiz 7 sessões, porém meu tornozelo está muito inchado, sinto muita dor nele, o local da cirurgia não doi, sinto que estou tendo progressos porém gostaria de saber quantas sessões terei que fazer e que exercicios devo fazer em casa? e é importante compressas quentes no local da cirurgia?

marcos cesar disse...

olá Marcio,meu nome é Marcos Calandrini, tive reupura total do tendão de aquiles em Dezembro de 2010,fui operado dia 10 de Dezembro, porém cai no banheiro e rompi novamente e dia 25 de Janeiro operei novamente, foi feita uma tonoplastia, segui corretamente o tratamento e no dia 11 de Abril retirei o gesso,fiquei 11 semanas com o pé sem tocar no chão,iniciei as sessões de fisioterapia já fiz 7 sessões, meu pé incha muito,iniciei também massagens e esta diminuindo o inchaço, já larguei uma muleta, porém ainda não consegui largar a outra pois quando ando sinto muita dor no joelho,o que você aconselha devo já iniciar a musculação, largo a outra muleta mesmo sentindo dor no joelho? e pela sua experiência quantas sessões de fisioterapia ainda terei que fazer?

Márcio Volkmann disse...

Olá, Galera. Fico sempre mto feliz vendo a quantidade de gente que busca algum tipo de informação com essa matéria/relato aqui do blog. Aos que me pedem informações digamos, médicas, ou sobre fisioterapia, lembro que não sou nenhum profissional da área médica, e sim um paciente, como vocês.

Um grande abraço, e uma breve recuperação à todos.

Natan disse...

muito bom conteúdo,sou estudante de enfermagem tudo que se refere a saúde faz parte do nosso curriculum de aprendizagem. Parabéns.

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